Dra. Mila Cerqueira participa do Curso Dinâmico de laser em Ginecologia Regenerativa

O uso de estrógenos representa o tratamento eletivo para atrofia vulvovaginal, no entanto, um tratamento não hormonal deve ser considerado como alternativa, sabendo-se das restrições da Terapia de Reposição Hormonal.

O Laser veio ocupar essa lacuna dentro da ginecologia e com trabalhos e publicações científicas sérias e robustas mostra-se como uma excelente opção no tratamento da Síndrome Urogenital da Menopausa (SUG). Observamos também ótimos resultados no tratamento da flacidez da vulva e vagina, do clareamento vulvar, além de ser um método promissor para tratamento da Incontinência Urinária de Esforço (IUE).

Entenda a relação entre fertilização in vitro e gravidez de gêmeos - clinifert

Entenda a relação entre fertilização in vitro e gravidez de gêmeos

Segundo a autoridade para a Fertilização e Embriologia Humana (Human Fertilization and Embryology Authority – HEFA), uma em cada cinco gestações realizadas por meio da Fertilização In Vitro (FIV) pode resultar em gestação múltipla, ou seja, de gêmeos, trigêmeos ou mais.

O dado estatístico apontado pela HEFA pode não parecer uma grande surpresa para muitos, afinal, a maioria de nós conhece casos de mulheres que optaram pela FIV e geraram mais de um bebê simultaneamente. Por isso, há uma pergunta que muitos se fazem quando o assunto é Fertilização In Vitro: qual é a relação entre a técnica e a gravidez de gêmeos? Confira neste artigo.

Entendendo a Fertilização in Vitro

Dentre os métodos de reprodução assistida, a FIV é uma das técnicas para tratamento de infertilidade que mais tem ajudado mulheres a realizar o sonho de ser mães. Trata-se de um procedimento que começa com a estimulação ovariana, que leva de 10 a 14 dias.

Em seguida, os óvulos passam pelas etapas de coleta, escolha e classificação para, então, ser fertilizados em laboratório. Após isso, em um procedimento indolor e sem necessidade de analgésico ou sedativo, os embriões são colocados dentro da cavidade uterina.

E de quantos embriões estamos falando? Visando limitar a quantidade por paciente, e pensando na idade da mulher como fator prevalecente, o Conselho Federal de Medicina (CFM) definiu que:

  • Para mulheres de até 35 anos podem ser transferidos até dois embriões.
  • Para mulheres de 36 a 39 anos a limitação passa a ser de três embriões.
  • Acima dos 40 anos podem ser transferidos até quatro embriões.

A fim de explorarmos um pouco mais sobre a Fertilização In Vitro, ressaltamos que a técnica mais utilizada é a Injeção Intracitoplasmática do Espermatozoide (ICSI), indicada em quase todos os casos de infertilidade. Como explicamos no artigo Qual a diferença entre Inseminação Artificial e Fertilização In Vitro, ela consiste na injeção de um único espermatozoide dentro do óvulo por meio de um equipamento de micromanipulação e microscópio de alta resolução.

Bom, mas agora que você entendeu o que é a FIV e tem conhecimento sobre como o método funciona, vamos para uma pergunta bastante comum.

Quanto mais embriões, maiores as chances de gravidez de gêmeos?

É verdade que, quando falamos de Fertilização In Vitro, existe uma relação entre número de embriões e gravidez de gêmeos. Em mulheres com idade mais avançada, por exemplo, as chances de uma gestação múltipla são maiores justamente porque são inseridos mais embriões. No entanto, destacamos que a maioria dos tratamentos de FIV resultam em uma gestação única.

Vale lembrar que alguns fatores influenciam no desenvolvimento dos embriões, tais como a sua qualidade e a dos óvulos e espermatozoides; de como a clínica realiza todo o processo; do endométrio etc.

À medida que a medicina avança, especialmente no campo dos tratamentos para infertilidade, espera-se que sejam reduzidos os números de embriões implantados pela FIV. Aliás, hoje em dia os médicos já são mais cautelosos a fim de evitar ao máximo as chances de uma gravidez tripla. O motivo disso é que eles entendem que uma gestação de trigêmeos pode trazer riscos muito mais graves para os fetos e para a mãe.

Uma gravidez de gêmeos, ao contrário, não apresenta tantos riscos. No entanto, existem alguns pontos de cuidado que a gestante deve considerar.

Quais as possíveis complicações no caso de gravidez gemelar?

Toda gestação merece um carinho especial. No caso da gravidez de gêmeos é importante prestar atenção em alguns fatores. Um deles tem a ver com a diabetes gestacional, uma vez que mulheres com gestação múltipla estão muito mais propensas a desenvolver a doença.

O parto prematuro entra na lista de complicações da gravidez de gêmeos. Por nascerem antes do tempo é mais comum os bebês terem baixo peso e um crescimento restrito. Para a mamãe, existe uma propensão maior de sofrer de problemas gastrointestinais durante a gravidez, como a constipação.

Também são mais frequentes as náuseas e os vômitos, especialmente porque aumentam os níveis da gonadotrofina coriônica humana (hCG, o hormônio da gravidez no corpo). Além disso, as chances de pré-eclâmpsia sobem em três vezes na gestação gemelar.

E se acontecer gravidez de gêmeos?

Você optou pela Fertilização in Vitro e descobriu que está grávida de gêmeos. Ainda que muitos casais sonhem com isso, sabemos que existem muitos outros que não têm tanta segurança assim ao tocar no assunto.

A gestação pode ser um pouco mais complicada, mas a mamãe recebe um acompanhamento maior de seu médico, tanto em quantidade de consultas quanto de exames de ultrassom. Isso porque a situação do colo uterino e a pressão arterial devem ser acompanhadas bem de perto. Sobre este último, o acompanhamento é necessário porque, como comentamos, a gravidez de gêmeos aumenta os riscos de pré-eclâmpsia, pressão alta e diabetes gestacional.

Importante: escolha o tratamento certo

Há diversos tratamentos para casos de infertilidade conjugal. A FIV é indicada para praticamente todas as causas, mas o ideal é você conversar com um especialista no assunto e analisar as opções disponíveis.

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doenças comuns que afetam a fertilidade feminina - Clinifert

Doenças comuns que afetam a fertilidade feminina

Existem diversas razões para a dificuldade de engravidar. Nem sempre é fácil identificar qual a causa principal ou decisiva. Pode ser algo relacionado à fertilidade feminina, masculina e, até mesmo, uma combinação das características de ambos.

Quando se leva mais de um ano tentando conceber um bebê sem sucesso, com relações sexuais frequentes, vale a pena investigar. Procure um atendimento médico e solicite o diagnóstico de fertilidade feminina. Nessa avaliação, é feito um levantamento detalhado a respeito da saúde da mulher e de seu histórico ginecológico.

Nesse processo, são investigadas as possibilidades que interferem nas chances de gravidez. Em relação à fertilidade feminina, existem doenças comuns que afetam a concepção e que devem ser observadas para dar o tratamento correto. Essas enfermidades podem afetar, principalmente, o útero, as tubas uterinas e os ovários. Veja quais são:

Fertilidade feminina e a endometriose

É a principal causa associada à infertilidade feminina. Estima-se que 40% das mulheres com problemas de fertilidade tem endometriose. Nem toda mulher com endometriose será infértil, mas um terço delas tem dificuldades de engravidar. De acordo com a Associação Brasileira de Endometriose, de 10 a 15% das mulheres em idade fértil – 15 a 49 anos – tem endometriose. Isso representa cerca de 7 milhões de brasileiras.

O endométrio fica na parte interior do útero; é um tecido que descama a cada mês quando não há gravidez. A doença que se caracteriza pela presença de endométrio em outras partes do corpo, seja nos órgãos reprodutores ou não. O mais comum e prejudicial à fertilidade feminina é quando acomete as trompas, ou quando está associada a alterações hormonais que tornam a gestação mais difícil.

Fatores relacionados aos óvulos ou à ovulação

Para a fertilidade feminina, são necessárias a produção e a liberação de um óvulo, num processo conhecido por ovulação. Entre as desordens que podem ocorrer nessa etapa, estão a ausência ou a falta de periodicidade na produção de óvulos. Calcula-se que a anovulação responde por 25% a 50% das causas de infertilidade feminina. Conheça algumas:

Síndrome dos ovários policísticos: é um desequilíbrio hormonal que afeta a ovulação, uma das patologias mais comuns. Pode ter como sintomas a falta de menstruação por mais de três ciclos (amenorreia), o crescimento de pelos em partes do corpo mais comuns aos homens (hirsutismo), obesidade e a presença de múltiplos e pequenos cistos nos ovários.

O diagnóstico é feito por meio de exames, como a ultrassonografia – para checar os ovários – e a coleta de sangue – para avaliar o nível de diversos hormônios, como testosterona, androstenediona, prolactina, insulina, entre outros.

Disfunção no hipotálamo: dois hormônios produzidos pela glândula pituitária (ou hipófise) são responsáveis pela ovulação a cada mês: FSH e LH. O excesso de exercícios físicos, o estresse emocional, grande perda ou ganho de peso podem interferir na produção desses hormônios, o que prejudica a ovulação.

Insuficiência ovariana prematura: também conhecida como menopausa precoce, ocorre quando mulheres abaixo de 40 anos deixam de ovular. As causas podem ser doenças autoimunes, origem genética, tratamento por quimioterapia, infecções, entre outras.

Excesso de prolactina: a hiperprolactinemia reduz a produção do estrogênio, o que pode afetar a fertilidade feminina. Doenças que afetam a tireóide – como o hipotireoidismo – também têm consequências semelhantes.

Alterações tubárias

Danos nas trompas podem impedir que o esperma alcance o óvulo, ou então que o óvulo fecundado passe para o útero. As causas dos danos ou bloqueios podem ser:

Infecção pélvica: são doenças causadas por bactérias, como a clamídia, a gonorreia e outras doenças sexualmente transmissíveis. Podem ser tratadas com antibióticos.
Cirurgias anteriores: realizadas na região pélvica ou no abdome, incluindo as de gravidez ectópica, ou seja, geradas fora do útero.

Causas uterinas ou cervicais

Para se desenvolver, o embrião precisa penetrar no endométrio, que é a parte interna do útero. Falhas hormonais podem prejudicar essa implantação. São fatores mais raros, e podem causar abortos repetidos.

Miomas: pólipos benignos são comuns. Podem bloquear as trompas ou dificultar a implantação. Entretanto, muitas mulheres conseguem engravidar apesar dessa condição.
Malformações: são congênitas, e podem dificultar a implantação ou causar o abortamento.
Sinéquias uterinas: são cicatrizes que distorcem a cavidade uterina, geralmente causadas por curetagem ou infecções.

Como vimos, as causas que interferem na fertilidade feminina são diversas. Algumas apresentam sintomas bastante claros; outras, nem tanto. É por isso que vale ficar atenta aos sinais de seu corpo e investigar o que pode causar a demora na concepção de um bebê. Muitas vezes, há tratamentos que tornam possível a realização do sonho de gerar um filho. Busque informação e veja qual o seu caso.

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Laser intimo - clinifert

Como o laser íntimo pode melhorar a autoestima e os sintomas clínicos da mulher?

Os benefícios da aplicação do laser ginecológico são inúmeros. Geralmente, ele melhora os sintomas clínicos como excesso dos pequenos lábios, frouxidão, atrofia, falta de lubrificação e incontinência urinária.

O laser íntimo é um procedimento que permite que a paciente recupere a mucosa genital, melhorando o aspecto visual e funcional da região afetada. É um procedimento rápido, seguro e indolor.

Uma das indicações mais comuns é quando a mulher está com deficiência de estrogênio, quer seja em função da menopausa natural, no pós-parto ou durante o uso de medicamentos no tratamento contra o câncer de mama.
Alterações na vagina como flacidez ou escurecimento dos grandes lábios e região anal também são indicações para o tratamento.

Mais do que estética, o tratamento tem uma ação na funcionalidade do sistema genito-urinário das mulheres, melhorando consideravelmente a qualidade de vida.

A Clinifert conta com uma equipe de profissionais especializados na aplicação do laser íntimo. Agende uma consulta.

Endomarcha 2019 Florianópolis

EndoMarcha 2019 – Marcha Mundial pela Conscientização da Endometriose

Você já sabia que este evento acontece desde 2014?

Pois é, neste dia, mulheres do mundo todo saem às ruas simultaneamente para conscientizar a população sobre a doença e reivindicar os direitos das portadoras.

Esta caminhada mundial foi idealizada pelo médico americano Camran Nezhat e coordenada no Brasil pela jornalista Caroline Salazar com objetivo de chamar atenção de nossos governantes e conscientizar a população sobre esta enigmática doença que acomete mais de 200 milhões de meninas e mulheres no mundo todo. Uma em cada 10 mulheres tem endometriose!

A 6ª edição será realizada em 30 de março de 2019, às 9 horas. Em Florianópolis, a Clinifert e Fertcenter apoiarão a caminhada que irá ter sua concentração no Largo da Alfândega.

Junte-se a nós nesta luta e ajude-nos a salvar vidas femininas! Não precisa ter endometriose para ser voluntário, basta apenas ser generoso!

Para se inscrever gratuitamente clique aqui. 

Fertilização In Vitro: a evolução 40 anos após o nascimento do primeiro “bebê de proveta”.

Há 40 anos, nascia, em Londres o primeiro bebê concebido a partir da Fertilização In Vitro (FIV) no mundo. Segundo dados recentes da Sociedade Europeia de Reprodução Humana e Embriologia, estima-se que mais de oito milhões de pessoas tenham nascido por meio de Fertilização In Vitro (FIV) no mundo.

A técnica de Fertilização in vitro (FIV) começa com a estimulação da ovulação na mulher através de hormônios por um período que pode ser de 10 a 14 dias.

Os óvulos maduros são retirados e depois fecundados por um espermatozoide fora do organismo, em laboratório (daí o termo in vitro). A FIV tornou-se o melhor recurso de tratamento para praticamente todas as causas de infertilidade, revolucionando definitivamente o tratamento da infertilidade conjugal.

Entre as indicações mais frequentes, podemos destacar a ausência ou o bloqueio das trompas, a idade avançada da mulher, distúrbios de ovulação, endometriose, falência ovariana e infertilidade sem causa aparente.

A técnica de FIV possibilita também que casais homoafetivos possam constituir família com descendentes genéticos. Pessoas que desejam ter filhos sem um parceiro (produção independente), também podem se beneficiar da Reprodução Assistida.

O fator masculino é também frequente indicação para a Fertilização In Vitro, quando há uma baixa na contagem, alteração na motilidade e morfologia de espermatozoides, ou mesmo na ausência de espermatozoides no ejaculado.

O avanço das técnicas de criopreservação permitiu as mulheres a preservação da sua fertilidade, mediante o congelamento de embriões e o aumento da taxa acumulada de gestação e, mais recentemente, o congelamento de óvulos. Esse tratamento é uma excelente alternativa para mulheres com necessidade de adiar a gravidez.

Para os casais sorodiscordantes, em que o coito descoberto (sem uso de preservativo) pode levar a um aumento no risco de contaminação, as técnicas de Reprodução Assistida permitem que a fecundação ocorra em laboratório e o embrião seja transferido direto para o útero, reduzindo muito os riscos de transmissão.

Nesses 40 anos, os avanços dos recursos de imagem, principalmente com ultrassom, associado às drogas para estimular a ovulação e a evolução dos sistemas de laboratório utilizados para fertilização dos óvulos e cultivo dos embriões permitiram um aumento significativo nas taxas de gravidez e tornaram os tratamentos mais seguros.

Ficamos muito felizes em poder contribuir cada vez mais para geração de novos bebês, fazendo muitas famílias felizes e completas. A FIV tornou-se o melhor recurso de tratamento para praticamente todas as causas de infertilidade, revolucionando definitivamente o tratamento da infertilidade conjugal.

 

Matéria publicada originalmente na Revista Saúde 

 

como se preparar para engravidar - Clinifert

Como se preparar para engravidar?

A decisão de ser mãe é um ponto de virada em diversas áreas da vida: mudam-se perspectivas, valores e objetivos. Se esse é o seu momento, parabéns! É uma ótima notícia.

Agora começa uma fase de expectativas e muita emoção. E para poder vivenciar completamente todas as pequenas e grandes transformações e descobertas, é preciso adotar uma rotina de cuidados que trarão benefícios para o bebê e para a mulher.

Entender como se preparar para engravidar é o primeiro passo para uma gestação saudável.Dentro disso, há fatores que irão contribuir para o bem-estar físico e mental, trazendo tranquilidade para aproveitar a gravidez.

O período anterior à concepção tem sido considerado cada vez mais importante na medicina, como aponta o estudo “How Do Women Prepare for Pregnancy“, com impactos não só na saúde da mulher, mas também na das gerações futuras.

Relatórios do Center for Maternal and Child Enquiries demonstram que fatores como a dieta materna e o estado nutricional têm uma participação relevante no ambiente intrauterino e no desenvolvimento fetal, por exemplo.

Lembrando que o ambiente intrauterino tem influência na determinação de riscos de doenças crônicas, tanto na infância quanto na vida adulta.

Se você está buscando meios de como se preparar para engravidar, há uma série de atitudes que podem ser tomadas para garantir a saúde da mãe e do bebê. Na sequência, explicaremos mais sobre quais hábitos devem ser incluídos ou mantidos e quais precisam ser alterados ou excluídos.

Como se preparar para engravidar? O que devo fazer?

É recomendável que, antes mesmo da concepção, a mãe já saiba como se preparar para engravidar. Os cuidados pré-gestacionais ou pré-concepcionais auxiliam na tomada de medidas para evitar problemas no decorrer das semanas. E, para isso, você pode contar com auxílio profissional e boas práticas.

1. Consulte um ginecologista

O primeiro passo de como se preparar para engravidar é consultar seu ginecologista. É ele quem irá fornecer as orientações e realizar os exames necessários para uma gravidez saudável. São exames que podem ser considerados padrão e outros que dependem, por exemplo, de algum sintoma ou incômodo anterior apresentado pela mulher, além de exames de DST (doenças sexualmente transmissíveis), entre outros que possam vir a dificultar uma gravidez.

É importante investigar tais comportamentos irregulares para evitar doenças ou alterações que podem comprometer o processo de concepção. Também deve ser feito o check-up da fertilidade, ou seja, a avaliação da reserva ovariana.
A reserva ovariana corresponde ao número de óvulos no corpo da mulher que estão disponíveis para fecundação.

Por isso, é recomendado solicitar os exames que verificam a reserva ovariana. Caso a taxa seja considerada muito baixa, o profissional irá aconselhar sobre outros métodos, como a fertilização in vitro.

2. Comece alguma atividade física

Se a busca é por como se preparar para engravidar, as atividades físicas são grandes aliadas. O estudo “Atividade física e gestação: saúde da gestante não atleta e crescimento fetal” mostra que os benefícios de atividades físicas na gestação são inúmeros e, o melhor de tudo, pode-se começar antes mesmo de engravidar.

Entre os pontos positivos citados está a prevenção de lombalgias, justamente por conta da aquisição de conhecimento corporal e orientações para uma postura correta. Também há uma diminuição das dores nas mãos e membros inferiores, a partir da menor retenção de líquidos no tecido conectivo. Para tanto, é preciso que haja uma prática regular e direcionada.

As atividades físicas durante a gestação promovem, ainda, a redução do estresse cardiovascular e podem contribuir para a manutenção dos níveis glicêmicos. Outro ponto são os ganhos emocionais, proporcionados pela satisfação da prática do exercício.

Na publicação “Exercício físico durante a gestação e sua influência no tipo de parto“, os autores concluem que há uma maior chance de partos naturais para quem se exercita durante a gestação. Eles citam ainda outra referência, na qual o grupo de gestantes inativas tiveram cerca de duas vezes mais probabilidade de parto cesáreo.

Por fim, uma pesquisa conduzida pela Universidade de Montreal mostra que o aumento de circulação sanguínea na placenta melhora a oxigenação do bebê, o que é positivo para o desenvolvimento cerebral.

Sobre a recomendação de quais atividades praticar, os pesquisadores do primeiro estudo citam as orientações dadas pelo American College of Obstetricians and Gynecologists, que indicam uma modalidade com intensidade regular e moderada, direcionada para o período gestacional.

3. Cuide a alimentação e do peso

Entre as orientações de como se preparar para engravidar de maneira saudável, existe a questão da nutrição gestacional. É essencial que seja equilibrada e com escolhas bem pensadas.

Aliás, equilíbrio é a palavra certa, pois não se trata de uma época de adotar dietas rigorosas e restritivas, mas também não significa que tudo está liberado: peso a mais ou a menos pode prejudicar a saúde de ambos, mãe e bebê.

Aqui, um profissional da área saberá indicar os suplementos e adequar um cardápio que corresponda a suas necessidades e preferências, proporcionando os nutrientes necessários para o desenvolvimento.

4. Atualize sua carteira de vacinação

A vacinação na gestante é uma importante proteção para a mulher, livrando-a de doenças infecciosas e suas complicações na gestação. Ela também favorece o bebê com anticorpos para resistir a infecções nos primeiros meses de vida.

As vacinas recomendadas para as gestantes são contra difteria, tétano, coqueluche, gripe e hepatite B. Conheça seu calendário vacinal completo.

5. Abandone o álcool e o tabagismo

O consumo de álcool e cigarro não está no checklist da mulher que quer engravidar. Pelo contrário, pode afetar o feto, prejudicar estruturas e causar lesões. O álcool é o causador da Síndrome Alcoólica Fetal, que implica em má-formação, além de provocar danos neurológicos. Por sua vez, o cigarro acarreta na restrição do crescimento intrauterino.

Comece agora mesmo a adotar medidas e entender como se preparar para engravidar.

Agende uma consulta com um dos nossos profissionais!

 

 

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Hormônio antimulleriano e a reserva ovariana

Nos dias de hoje, os casais estão adiando cada vez mais o sonho de ter um bebê. Por diversos motivos, as mulheres escolhem ter filhos mais tarde. No entanto, se esquecem muitas vezes de um fator importante: sua reserva ovariana.

Ao contrário dos homens, que podem produzir espermatozoides durante toda a vida, as mulheres já nascem com uma quantidade limitada de óvulos e que, com o passar do tempo, vai sendo eliminada até a menopausa.

Para que se possa avaliar o que está acontecendo com sua reserva ovariana, há dois tipos de exames de sangue: o hormônio antimulleriano e o FSH (hormônio folículo-estimulante).

Os níveis de FSH (hormônio folículo-estimulante) aumentam à medida em que a mulher se aproxima da menopausa, indicando que ela tem uma menor quantidade de folículos disponíveis.

Já o hormônio antimulleriano é produzido pelos folículos ovarianos em crescimento, por este motivo é considerado um dos melhores marcadores endócrinos para avaliar a quantidade e a qualidade da reserva ovariana da mulher.

Como e feito o teste do hormônio antimulleriano

A coleta de sangue pode ser realizada a qualquer momento do ciclo menstrual da mulher, em laboratório especializado.

Quanto maior o número de óvulos, melhores as chances de gravidez.

Existem alguns valores referenciais, no entanto cada laboratório possui um padrão de referência para esses níveis e apenas um médico pode analisar com precisão o exame.

Embora as estatísticas mostrem que quanto menor a reserva ovariana, menor a qualidade dos óvulos, isso não quer dizer que a mulher não possa engravidar.

Mas se você partir para um procedimento de reprodução assistida (inseminação artificial ou fertilização in vitro), vai ser importante ter essa avaliação. O hormônio antimulleriano é usado para o cálculo da dosagem das medicações necessárias para a indução da ovulação. De acordo com os resultados do exame, o médico poderá adequar os medicamentos.

Isso aumenta as taxas de sucesso do procedimento. No caso de respostas muito baixas de hormônio, a estimulação pode ser maior, mas se estiver alta, a indução da ovulação poderá ser realizada com mais cautela para evitar problemas como a Síndrome do Hiperestímulo Ovariano.

Ter um controle do que está acontecendo com o seu corpo é muito importante para evitar surpresas desagradáveis. Se você tem como objetivo engravidar, busque orientação médica. Um profissional especializado em reprodução humana pode lhe dar dicas fundamentais para ajudar na preservação da saúde da sua fertilidade.

 

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rejuvenescimento íntimo - Clinifert

Rejuvenescimento íntimo

A falta de desejo sexual afeta a qualidade de vida de mulheres de todas as idades. No entanto, esse problema se agrava com a chegada da menopausa. Saiba como o rejuvenescimento íntimo pode devolver o prazer feminino e melhorar a qualidade das mulheres nesta fase.

Recupere a qualidade da sua vida íntima

A chegada da menopausa não é motivo para diminuir a qualidade das relações sexuais. Com a expectativa de vida cada vez mais longa, as mulheres buscam manter a vida sexual ativa e saudável. Por isso, o rejuvenescimento íntimo é o procedimento mais indicado para devolver firmeza, lubrificação e vitalidade à região íntima feminina.

O que é rejuvenescimento íntimo ou vaginal?

Rejuvenescimento íntimo é um tratamento a laser para as alterações da região íntima feminina. O tratamento visa estimular a produção de colágeno e fibras elásticas da parede vaginal e regiões associadas.

As melhoras se dão na lubrificação, na elasticidade e na contração vaginal. Há impacto direto na qualidade do relacionamento sexual e na satisfação do casal.

Quais as indicações?

O procedimento de rejuvenescimento íntimo é indicado para mulheres de todas as idades. Qualquer mulher que enfrenta uma ou mais das situações abaixo pode recorrer a este tipo de tratamento:

  • Ressecamento vaginal
  • Falta de lubrificação vaginal
  • Incontinência urinária
  • Perda de sensibilidade na região vaginal
  • Flacidez vaginal
  • Clareamento da vulva
  • Candidíase recidivante
  • Dor durante as relações sexuais

Como é realizado o procedimento?

Para realizar esse procedimento existem algumas ferramentas, como o “Sistema Solon”, de laser íntimo. Esta técnica é indicada para fortalecer a musculatura da região íntima e atenuar os sintomas causados pela baixa hormonal.

O laser aplicado na vagina estimula a produção de colágeno no canal, fazendo com que a mulher tenha mais firmeza na musculatura desta região. Além disso, essa técnica permite maior dilatação dos vasos, fazendo com que aumente a lubrificação íntima da mulher.

Isso por si só já é um fator importante para melhorar a qualidade de vida sexual. No entanto, a técnica também age na região do clitóris, fazendo com que a mulher tenha mais sensibilidade nesta área.

O laser também pode ser aplicado com fins estéticos, para promover o rejuvenescimento e clareamento da vagina.

Como funciona o tratamento?

Inicialmente, é realizado o tratamento intravaginal, no qual o equipamento é introduzido dentro da vagina emitindo raios laser e estimulando a formação de colágeno. Com isso melhoram contração, lubrificação e PH da vagina.

A segunda fase é a extracanal, na qual o laser fracionado é aplicado diretamente na região da vulva, com objetivo de melhorar a flacidez, o tônus, a textura e a coloração.

Como é a recuperação?

O procedimento é praticamente indolor, podendo a paciente retomar as atividades diárias de imediato e a atividade sexual em 5 dias. Pode ocorrer uma pequena quantidade de secreção nos dois primeiros dias.

Em quanto tempo posso ver os resultados?

Nos primeiros 15 dias, sendo a melhora progressiva dentro do primeiro mês.

Quantas sessões devo fazer?

Dependendo da análise do médico, geralmente são 3 sessões com intervalos de 20 a 40 dias.

Com que idade posso fazer?

Não há limitação ou indicação quanto a idade, o que vale é a necessidade clínica.

Onde devo realizar o procedimento?

O procedimento é rápido e deve ser realizado em um consultório médico, com profissionais de confiança. Os riscos de complicações são mínimos e as técnicas, bastante seguras. O especialista é quem avaliará a quantidade de sessões para atingir os objetivos da paciente.

Quer saber mais sobre o rejuvenescimento vaginal? Venha nos fazer uma visita e tire todas as suas dúvidas!

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Até que idade a mulher pode engravidar? - Clinifert

Até que idade a mulher pode engravidar?

Com o passar dos anos, as mulheres vêm desempenhando um papel mais ativo na sociedade: estudam, trabalham e são independentes. Por isso, é comum que estejam adiando cada vez mais a decisão de engravidar.

A maternidade tem se tornado mais um desejo do que uma obrigação. Mas, afinal, até que idade a mulher pode engravidar? Entenda como funciona a fertilidade da mulher.

Até que idade pode ocorrer uma gestação?

Tecnicamente uma mulher pode engravidar enquanto tiver ciclos menstruais e estiver ovulando. O que acontece é que o organismo feminino já nasce com um estoque de óvulos. Esses óvulos vão sendo liberados a cada ciclo menstrual até acabarem, na menopausa.

Porém, a partir dos 35 anos pode ocorrer uma maior dificuldade de engravidar naturalmente, por conta das mudanças que vão ocorrendo no organismo e pela diminuição na quantidade e qualidade dos óvulos.

Qual a idade certa para tentar engravidar naturalmente?

Entre os 20 e 29 anos considera-se uma idade boa do ponto de vista da fertilidade e do organismo como um todo, para que a mulher possa engravidar. Porém, nem todas as mulheres nesta faixa etária se sentem preparadas para tal. Após os 35 anos começam a surgir algumas dificuldades para engravidar naturalmente, ainda que a mulher se sinta mais madura psicologicamente.

Sendo assim, cada faixa etária tem prós e contras para a gestação. Por isso, o importante é a mulher estar satisfeita com a decisão de se tornar mãe.

A fertilidade da mulher após os 35 anos

É fato que muitas mulheres preferem ser mães após os 35 anos. Isso porque, geralmente, é a partir desta idade que se sentem mais maduras, preparadas e com mais estabilidade financeira. Em relação à fertilidade, apesar de haver uma queda, não significa que não seja possível engravidar naturalmente após os 35 anos.

O que pode ocorrer é uma maior dificuldade e, até mesmo, alguns riscos, como aborto, hipertensão ou diabetes.

Doenças comuns que afetam a fertilidade da mulher

A infertilidade pode estar relacionada à idade, mas também a algumas doenças, como:

  • Endometriose: doença causada pelo desenvolvimento e crescimento do endométrio fora da cavidade uterina.
  • Síndrome dos Ovários Policísticos: distúrbio hormonal que leva à formação de pequenos cistos nos ovários e anovulação.
  • Distúrbios na tireoide: problemas como hipertireoidismo ou hipotireoidismo podem causar infertilidade e aborto espontâneo.

Quais as opções de tratamentos para quem tem dificuldades para engravidar?

Hoje, com o desenvolvimento da tecnologia, há diversos tipos de tratamento para quem tem problemas de fertilidade, independente da sua causa.

Apenas um especialista pode indicar a forma mais adequada para cada caso, sendo as mais comuns:

  • Fertilização in vitro: neste procedimento, realiza-se a coleta, escolha e classificação de óvulos para ser fertilizados no laboratório. Após isso, os óvulos são transferidos para a cavidade uterina. Esta é uma boa opção para mulheres a partir dos 35 anos que estão com dificuldades para engravidar.
  • Inseminação artificial: também conhecida como inseminação intrauterina, é um procedimento simples, no qual o processo ovulatório é induzido. Posteriormente, o sêmen é inseminado na cavidade uterina no dia exato da ovulação. Para as mulheres que desejam postergar a maternidade existe também a opção de congelamento dos óvulos.

TER FILHOS É UM PROJETO DE VIDA! QUEM NÃO TEM PERSPECTIVAS E A IDADE AVANÇOU, PRECISA CONGELAR OS ÓVULOS O QUANTO ANTES, CASO CONTRÁRIO FICA DIFÍCIL PRODUZIR ÓVULOS DE QUALIDADE NO FUTURO.

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