reserva ovariana após 35 anos - Clinifert - Clinica de fertilização in vitro Florianópolis

Reserva Ovariana após os 35 anos

Hoje estamos aqui para deixar um ALERTA às mulheres que já têm 35 anos ou que estão se aproximando dessa idade.

Há alguns anos, era comum chegarmos aos 30 anos com a família formada ou com pelo menos um filho. Atualmente, grande parte das mulheres nesta faixa etária nem pensa nisso. Está focada em estudos, viagens e compromissos profissionais.

Adiar a maternidade tem sido uma escolha cada vez mais comum. Dados recentes do IBGE mostram que 33,69% dos recém-nascidos em 2018 tinham mães entre 30 e 50 anos. Em 2005, eram apenas 22,5%.

O problema é que, com o passar do tempo, as mulheres vão eliminando naturalmente seus óvulos. Ela nasce com aproximadamente 1 a 2 milhões de óvulos, porém chega à puberdade com cerca de 300 a 500 mil. Quando a mulher chega aos 30 anos de idade, a fertilidade começa a diminuir, e após os 35, passa a reduzir-se acentuadamente, ano após ano. A cada ciclo menstrual ela perde muitos óvulos, e nada impede esse processo natural.

Infelizmente, ginecologistas normalmente não avaliam a reserva ovariana da mulher em suas consultas de rotina, exceto quando há uma queixa de dificuldade para engravidar.

O ideal seria realizar, a partir dos 30 anos, exames de acompanhamento da reserva ovariana. Essa informação pode antecipar tratamentos ou mesmo garantir que no futuro você não terá nenhum impedimento para engravidar.

Exames disponíveis para medir a reserva ovarina

Contagem de folículos antrais

Ultrassonografia transvaginal – Por meio de imagem, é feita a contagem de folículos com diâmetro de 2 a 10 mm. Menos de dez indicam baixa reserva; mais de 20, é considerada uma excelente reserva de folículos. Deve ser feito nos primeiros dias do ciclo menstrual.

FSH (hormônio folículo-estimulante)

Exame de sangue – mede o FSH, que é o indutor natural do ovário. Este hormônio determina o crescimento e amadurecimento dos folículos ovarianos. Sua produção é regulada por hormônios produzidos nos ovários, como o estradiol e a inibina B. Quanto maior a presença desses dois hormônios, menores são os níveis de FSH. Com a idade avançada da mulher, a concentração sanguínea de FSH aumenta, pois a quantidade de folículos diminui, e, consequentemente, a produção de estradiol e inibina B também. A dosagem deste hormônio dá uma ideia da reserva ovariana, mas pode oscilar em mulheres com baixa reserva ovariana. Deve ser realizado entre o terceiro e o quinto dias do ciclo menstrual.

AMH (hormônio antimülleriano)

Exame de sangue – o hormônio antimülleriano é produzido pelas células do ovário. Quanto maior o número dos folículos no ovário, maior a reserva ovariana e concentração sanguínea de AMH. Este hormônio, diferente do FSH, não sofre variação significativa dentro do ciclo menstrual, e é um exame mais preciso, ou seja, com melhores chances de acerto. Pode ser feito em qualquer fase do ciclo menstrual.

Se você nunca fez esse tipo de avaliação, sugerimos que faça o quanto antes. Peça ao seu ginecologista ou consulte um profissional especializado em infertilidade.

Para sua comodidade estamos atendendo consultas de checkup da fertilidade presenciais e também online. Informe-se com a nossa equipe.

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