Encomende seu presente de Natal: Tratamentos para engravidar na Clinifert

A realização de ter um filho é um dos maiores sonhos que o ser humano pode ter. Contudo, para muitas pessoas a realização desse sonho não é tão simples. E após um período de muita expectativa, tentativas frustradas, consultas e exames médicos, há o diagnóstico de infertilidade.

         A infertilidade atinge aproximadamente 15 a 20% da população mundial e o seu diagnóstico pode vir acompanhado de um profundo sofrimento psicológico, trazendo problemas para a vida do casal.

         Embora a infertilidade seja equivocadamente mais atribuída à mulher, na realidade, 35% se deve a fatores femininos, outros 35% a fatores masculinos, 20% a ambos e 10% permanecem sem um diagnóstico conclusivo, a chamada infertilidade sem causa aparente. Assim, tanto fatores femininos quanto masculinos contribuem para a infertilidade. 

A boa notícia é que hoje, felizmente,  há vários tratamentos para a infertilidade e a abordagem é sempre personalizada.

A Clinifert é uma clínica de Reprodução Humana Assistida com infraestrutura de excelência, tecnologia avançada, equipamentos modernos e equipe de profissionais de Reprodução Humana altamente qualificados. Outro ponto importante, é que a clínica tem um tratamento humanizado, o qual contribui muito para o sucesso dos procedimentos.

A Clinifert oferece tratamentos tanto de baixa quanto de alta complexidade em Reprodução Humana Assistida. Como tratamento de baixa complexidade, nós temos a inseminação intra-uterina ou inseminação artificial. Nesse procedimento, a mulher toma medicamentos hormonais para estimular os folículos ovarianos e otimizar a ovulação, durante 10 a 12 dias. O crescimento dos folículos é monitorado por ultrassom, permitindo a previsão exata do dia da ovulação. No dia do procedimento, o sêmen é preparado, ou seja, ele passa por um processo de capacitação e posteriormente é inseminado no útero por meio de um cateter. Após 14 dias, é realizado o teste de gravidez. Esse procedimento é principalmente indicado nos casos em que há alteração nos parâmetros seminais, infertilidade sem causa aparente ou muco cervical hostil aos espermatozoides.

Em alguns casos, contudo, são necessários procedimentos de alta complexidade, como a fertilização in vitro (FIV). Nesse procedimento, a mulher também toma medicamentos para estimular a ovulação por 10 a 14 dias. O crescimento dos folículos ovarianos também é monitorado por exame de ultrassom e dosagens hormonais, o que permite determinar o momento ideal de realizar a coleta dos óvulos. Quando os folículos tiverem com um diâmetro considerado adequado, é realizada a coleta, e os óvulos são aspirados com uso de ultrassom por via vaginal. Apenas os óvulos maduros são utilizados na fertilização. O esperma também é coletado e os espermatozoides passam pelo processo de capacitação. A fecundação do óvulo pelo espermatozoide ocorre in vitro, ou seja, em ambiente laboratorial. Na ICSI (injeção intracitoplasmática de espermatozoides), o espermatozoide é aspirado por uma microagulha e é injetado no óvulo com o auxílio de um micromanipulador.

Alguns dias após a fertilização in vitro, ocorre a transferência embrionária dentro do útero. O número de embriões transferidos depende da qualidade dos embriões e da idade da mulher. Após alguns dias, é realizado o teste de gravidez.

A FIV é principalmente indicada em situações onde há parâmetros seminais anormais, homens vasectomizados, infertilidade sem causa aparente, idade materna avançada e presença de patologias femininas, tais como, endometriose, síndrome dos ovários policísticos e obstrução das tubas uterinas.

Se você tem o sonho de ter um filho, se dê um presente nesse Natal, marque uma consulta conosco e venha esclarecer suas dúvidas e conhecer os nossos tratamentos. Teremos grande prazer em acolher o seu sonho e trabalhar junto com você para que ele se torne uma realidade em 2024.

Na Clinifert temos à sua disposição todo o suporte médico, técnico e emocional! Clique aqui e fale com nossa equipe para agendar a sua consulta com uma de nossas especialistas. 

Este conteúdo é informativo, não substitui uma consulta médica com especialista. Responsável Técnica: Dra. Kazue Harada Ribeiro – CRM/SC: 2035 – RQE: 300 / 301 / 9014

O que a paciente encontra na Clinifert?

Descubra um mundo de cuidado e especialização na Clinifert! Aqui, descubra mais do que tratamentos, encontre esperança, compreensão e resultados que transformam vidas. Junte-se a nós nesta jornada pela fertilidade e descubra o apoio que você merece. 💖🌱

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Congelamento de Óvulos um presente para o futuro.

Um presente para o futuro: descubra o poder de escolhas hoje que abrem portas para amanhã. Assista o vídeo e entenda mais sobre Congelamento de Óvulos.

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Quais as opções que o público LGBTQIAPN+ tem para realizar o sonho de ter sua própria família?

Vamos começar pela inseminação intra-uterina, popularmente conhecida como inseminação artificial. Nesta técnica, casais de mulheres homoafetivas ou bissexuais podem utilizar um sêmen de doador anônimo, adquirido em um banco de sêmen validado, para realizar a inseminação em uma delas.  A Resolução 2320/2022 do Conselho Federal de Medicina (CFM) também permite obter sêmen doado de parentes de até 4º grau de uma das parceiras, desde que não seja consanguíneo com a doadora dos óvulos. Na inseminação, a fertilização se dá naturalmente, no corpo da parceira escolhida, com o óvulo desta mulher.

As mulheres homoafetivas também podem utilizar a técnica de FIV/ICSI, conhecida como bebê de proveta. Esta técnica é indicada no caso de haver fator de infertilidade feminina, seja pela baixa reserva ovariana devido à idade avançada, obstrução tubária, alterações hormonais e anatômicas ou mesmo endometriose. Como essas questões dificultam a fertilização dentro do corpo, a indicação é realizar uma estimulação ovariana na parceira doadora dos óvulos, captar estes óvulos e fertilização em laboratório com o sêmen escolhido, seja ele de um doador anônimo ou parente até 4º grau. 

Após alguns dias em desenvolvimento, os embriões podem ser transferidos para o útero da parceira doadora de óvulos ou mesmo na outra parceira, ou pode haver o congelamento dos embriões para uma transferência futura. Normalmente, o que ocorre é que a parceira doadora de óvulos é uma, enquanto a gestante será outra.

A FIV/ICSI é a única técnica possível para casais homoafetivos masculinos. Somente um pode doar o sêmen numa fertilização. Caso o parceiro também queira utilizar seu sêmen, numa nova fertilização poderá realizá-lo  Inicialmente, será preciso decidir quem será a mulher doadora dos óvulos. Esta pode ser anônima, de um banco de óvulos, ou, conforme a Resolução 2320/2022 do CFM, pode ser parente de até 4º grau de um dos parceiros, desde que não seja consanguíneo com a doadora dos óvulos.

Depois, é preciso encontrar uma segunda mulher, que será a gestante, ou seja, o útero de substituição. A Resolução 2320/22 do CFM prevê que a mulher que doar os óvulos não pode ser a mesma mulher que irá gestar.

Além disso, a mulher que for ceder o útero precisa ter um filho vivo e ser da família de um dos parceiros com parentesco consanguíneo até 4º grau. Se o casal não tiver nenhuma parente em condições de doar temporariamente o útero, pode ser solicitada uma autorização pelo CFM para que uma amiga do casal seja a cedente do útero. A cessão de útero não pode ter caráter lucrativo ou comercial.

Já no caso de casais transgêneros, é preciso avaliar quanto à possibilidade de realizar a estimulação ovariana com captação de óvulos e/ou obter a gestação no homem trans, ou de coletar sêmen na mulher trans. Caso queiram doar material biológico para a fertilização, é preciso avaliar a suspensão de tratamentos hormonais e a situação de saúde geral para verificar se há possibilidade de obter os gametas e a gestante no casal. A indicação para estes casais é, antes de iniciar o processo de transição de gênero, que seja criopreservado os óvulos e o espermatozoide.

Todos têm direito a terem sua família!

Portanto, é muito importante promover a inclusão dos casais LGBTQIAPN+ aos procedimentos de reprodução assistida.

 

Endometriose e Infertilidade: opções de tratamentos

 De acordo com a Sociedade Europeia de Reprodução Humana e Embriologia (ESHRE), a endometriose caracteriza-se pela presença de tecido do endométrio fora do útero, o que induz uma reação inflamatória crônica, sendo que esta condição é predominantemente encontrada em mulheres em idade reprodutiva.

Na endometriose, o crescimento e desenvolvimento das células endometriais podem ocorrer em diversos locais do corpo, especialmente atrás do útero, nos ovários, nas tubas uterinas, peritônio, sobre a bexiga e no intestino.

A endometriose atinge aproximadamente 15% das mulheres em idade reprodutiva, e é considerada uma doença da “mulher moderna”, uma vez que as mulheres têm priorizado a sua formação profissional em detrimento da maternidade, causando redução ou adiamento da gravidez, o que aumenta o número de ciclos menstruais.

A etiopatogenia da doença não é totalmente conhecida, mas algumas possíveis causas são: predisposição genética; fatores imunológicos e hormonais; e alterações do fluxo no período menstrual ou teoria da menstruação retrógrada. Essa teoria postula que a implantação de células endometriais provenientes do refluxo do sangue menstrual em outras partes do organismo ocorre pela influência de um ambiente hormonal favorável e de fatores imunológicos que não eliminariam tais células destes locais inadequados. Com isso, fatores hormonais e imunológicos complementam a teoria da menstruação retrógrada.

O conhecimento da etiopatogenia da endometriose é muito importante, uma vez que ao se entender o motivo do desenvolvimento dos focos de endometriose, seria possível direcionar esforços para melhorar o diagnóstico e tratamento da doença.

Cerca de 20 a 25% das mulheres com endometriose são assintomáticas, porém, a maioria apresenta sintomas, sendo os mais comuns: fortes cólicas menstruais, fluxo menstrual intenso, dor pélvica crônica, dor durante a relação sexual, dor ou sangramento ao evacuar/urinar e infertilidade. Estima-se que 30 a 50% das mulheres com endometriose sejam inférteis.

O diagnóstico pode ser tardio, uma vez que a endometriose se comporta como uma doença silenciosa nas fases iniciais. Geralmente, o diagnóstico é realizado quando se faz investigação de infertilidade conjugal. 

O diagnóstico é realizado pela história clínica, ultrassom transvaginal com preparo intestinal, ressonância magnética, ou até mesmo a laparoscopia exploratória. O exame de sangue também pode ser utilizado para detectar o marcador bioquímico Ca-125.

A dificuldade de engravidar decorre principalmente de alterações nos órgãos reprodutivos, o chamado fator pélvico. Isso ocorre porque na presença dos focos de endometrioma, os órgãos do sistema reprodutor feminino inflamam e tendem a grudar uns aos outros provocando aderências, que distorcem a anatomia da pelve feminina. Isso pode dificultar a liberação do óvulo; o encontro do espermatozoide com o óvulo; ou impedir a implantação do embrião no útero. Além disso, na endometriose podem ocorrer desordens endócrinas, as quais prejudicam a receptividade do endométrio e a implantação embrionária. 

Como a doença pode se manifestar de forma diferente em cada mulher, o tratamento é sempre individualizado e dependerá dos sintomas apresentados, da fase da doença, da idade da paciente e do desejo de engravidar.  

Os tratamentos para endometriose dependem dos sintomas e desejos reprodutivos e podem variar desde uso de medicações até mesmo cirurgia e fertilização in vitro.

Na infertilidade, a escolha do tratamento para essas mulheres depende de vários fatores, como: idade, reserva ovariana, paridade, histórico clínico, tempo de infertilidade e fatores masculinos associados.

Em casos de endometriose em grau avançado, a FIV sem cirurgia prévia costuma ser a melhor opção, principalmente quando há obstrução tubária e falhas em outras abordagens terapêuticas. Contudo, se a cirurgia para remover os focos de endometriose for imprescindível, o congelamento dos óvulos ou  de embriões antes da cirurgia,, aumentam as taxas de sucesso de gravidez. 

Se você tem endometriose e deseja engravidar, saiba que com os atuais tratamentos, o seu sonho pode se realizar.

Marque uma consulta conosco e esclareça todas as suas dúvidas!

É possível ter filhos após a Laqueadura?

Você fez Laqueadura e quer ter mais filhos agora? Assista ao vídeo e saiba mais sobre como é possível através da Medicina Reprodutiva.

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Acreditamos em tratamentos personalizados, cada jornada para engravidar é única!

A equipe Clinifert está pronta para receber você e estudar a melhor opção de tratamento para te ajudar na sua jornada de ter um bebê. Assista o vídeo e entenda mais!

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Como é trabalhar com infertilidade.

Dra. Kazue, fundadora da Clinifert, conta um pouco sobre como é trabalhar com a infertilidade e com os sonhos de tantos casais que buscam por um bebê. Assista ao vídeo completo e saiba mais sobre a Clinifert.

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Entender as causas da infertilidade é o primeiro passo para realizar o seu sonho

Entender as causas da infertilidade é o primeiro passo para realizar o seu sonho de ter um bebê em casa. Agende sua consulta para identificar as possíveis causas. Assista o vídeo e entenda mais!

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Maturação dos óvulos – Embriologista Vanessa Nayane Perez

Óvulos aspirados, prontos para o próximo passo! Assista o vídeo e entenda mais sobre a maturação dos óvulos após a aspiração folicular!

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